E
quando sente desnecessária a presença
Vagando
a sós com o mesmo tom
Porque
não é lembrado.
Grita
lá dentro o que deveria ser exposto com muitos verbos
Mas
se cala não sabe o motivo.
Bate
forte, apressado, depois pára por um instante...
A
vida é tão verdadeira, e tão cheia de mentiras.
Cometer
o mesmo erro parece chamativo, já que sabe
lá
outrora foi-se corroído, e não, obrigada, nem mais uma vez.
Levanta,
ergue teu belo olhar e vai á luta.
Sem
esperar nada em troca, senão o inesperado.
Aurora: Michele Strey Frederico.


Nenhum comentário:
Postar um comentário